O Programa Saúde na Escola (PSE) realizou novas ações de atendimento a estudantes das redes municipal e estadual de São Cristóvão do Sul. Após atividades promov...
Nos meses iniciais do ano, sempre a mesma luta das empresas e dos moradores. Pagar impostos como IPTU e declaração de renda, e as empresas o alvará, fechamento de balanços, trimestres de tributos federais, entre outros.
Ah, mas é todo ano a mesma coisa. Sim, ninguém disse ao contrário, mas o aperto também é sempre a mesma coisa.
As empresas fazem as compras em outubro e novembro para encarar o dezembro, os boletos chegam agora no inicio do ano, onde vendem bem menos que os meses anteriores, e, mais ainda, os créditos tributários adquiridos com as compras de outubro e novembro, deixam a empresa geralmente sem tributos federais e estaduais nos meses subsequentes e ficam sem recolhimento em dezembro e até janeiro em muitos casos, mas em janeiro e fevereiro voltam a todo vapor e a guia precisa ser quitada e os boletos dos fornecedores também. Ou seja, vendem menos e pagam mais, por consequência o aperto de início de ano e acumula com a chegado do alvará e fechamento de balanços.
As retiradas de pro labore também se mantem em alta o final de ano devido ao aumento de custos pessoais, viagens, férias, festas e curtir a vida (necessário sempre) e como fazer para reduzir a retirada nos meses seguintes é a grande incógnita que se busca uma resposta a muitos anos. Pro labore é algo que para muitos empresários é igual árvore, a cada ano mais alto, indiferente de resultados da empresa, mas por necessidades pessoais que exigem isso e novamente quem sofre é a empresa.
E aí novamente reascende nas empresas o desejo incontrolável (rsrsrsrs) de buscar recursos financeiros junto a agentes (bancos) e na ânsia de cobrir seus custos a primeira operação de crédito oferecida pelo banco, já vão assinando contratos. Claro no sentido generalizado, muitas empresas já entenderam que precisam de reservas a esse período e saem dele com tranquilidade.
Que aprendamos com as lições e provas da vida no cotidiano, que são bem mais severas que dos bancos escolares. Nos bancos escolares com uma boa negociação pode ser que consigamos dar a volta, mas a vida a negociação dói bem mais.
Mas temos sim que pagar nossos impostos prediais ao município, nossa declaração de renda tem que ser cumpridos os prazos legais para que não tenhamos problemas e os impostos federais no máximo podemos atrasar o recolhimento mas de preferência ainda quitar no ano em curso para que não prejudique a necessidade de CND (Certidão negativa de débitos) tanto federal, estadual e municipal, FGTS, entre outras necessárias para as negociações cotidianas da maioria das empresas.
Planejamento deve ser sempre não somente no inicio do ano, mas em todo o ano em curso para que não sejamos atingidos de forma direta pelas intempéries do cotidiano das empresas e das pessoas físicas. Penso que quanto mais organização e planeamento, menor a quantidade de “Neosaldinas” a serem consumidas.
Pensar antes, programar antes. Ter um fluxo de caixa sempre alimentado e analisado. Colocar metas nas empresas para atingir as necessidades. Pensemos nisso. . . .
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